Menu fechado

Por M.V Adriano Baldaia

Cuidados Paliativos na Medicina Veterinária: é preciso falar sobre a finitude

A cada dia, os animais de estimação ganham mais espaço nos lares das famílias brasileiras, ocupando e exercendo um papel importante na composição familiar. Os animais, principalmente nos últimos anos, viraram membros da família, com intensificação dos vínculos, estreitamento das relações e, muitos, com status de filho.

Um levantamento realizado pelo IBGE e o Instituto Pet Brasil revelou que há 54 milhões de cães, 23.9 milhões de gatos, 39.8 milhões de aves, 19.1 milhões de peixes e 2.3 milhões de répteis e pequenos mamíferos, totalizando mais de 139 milhões de animais de estimação no Brasil, sendo o Sudeste a região que concentra aproximadamente metade desses números.

Quando um animal adoece, há uma mudança de perspectiva de suas famílias (tutores). Uma gama de fatores oriundos da doença virá à tona, como sintomas físicos, psíquicos e emocionais, que envolverão todo o núcleo familiar. Os Cuidados Paliativos não significam que não há mais o que ser feito, mas sim, provocar uma mudança ao olharmos a progressão das doenças, eventualmente sem cura, onde o foco do cuidado será o doente, sua família e toda a história que os cerca, e dessa forma, ampliar todo o cuidado, olhando o paciente em toda sua integralidade.

Seja bem-vindo(a) leitor(a)!
Ainda não é assinante?

Assine agora e tenha acesso ilimitado a todas as materias de todas as edições da revista Medicina Veterinária em Foco!

Assinar